| Londrina tem 90% de coleta seletiva | ||||
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Em Londrina, trabalho de coleta seletiva na cidade começou em 1996, mas foi em 2001 que ela começou a expandir. Hoje, das 400 toneladas de lixo produzidas por dia, 70% são destinados à reciclagem.
Vivian Fukushima Especial para o Paraná Shimbun Em Londrina, trabalho de coleta seletiva na cidade começou em 1996, mas foi em 2001 que ela começou a expandir. Hoje, das 400 toneladas de lixo produzidas por dia, 70% são destinados à reciclagem. A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) recebe a ajuda de ONGs de reciclagem, totalizando 35 grupos que agregam cerca de 500 pessoas. A prefeitura dividiu o entorno da cidade em setores, e as ONGs ficaram responsáveis pela coleta, triagem e comercialização do material reciclável. De acordo com o coordenador de coleta seletiva da CMTU, Devair Batista Almeida, são disponibilizados, por mês, 210 mil sacos plásticos de 100 litros a residências, comércio e condomínios. A meta é distribuir 300 mil até o final do ano. Segundo Almeida, atualmente, a coleta seletiva atende 90% da cidade. Alguns problemas, como a coleta em condomínios residenciais, ainda são um entrave para a ampliação desse serviço. “Alguns condomínios querem comercializar o lixo reciclável, papel que caberia às ONGs. Outro problema é o horário. Eles disponibilizam apenas certos horários para a coleta do lixo, mas nem sempre é a hora que o pessoal pode passar para pegar. Isso acaba atrapalhando o trabalho”, explica. Segundo o coordenador, a meta é atingir 100% da cidade com a coleta seletiva e também formar os profissionais de reciclagem para que eles tenham uma vida mais digna. Desde 2001, quase 100 pessoas já passaram por capacitação e alguns também alfabetização. "O objetivo é que eles cresçam junto com a empresa. Aumentando a qualidade do seu trabalho, conseqüentemente, mais valor seria agregado à mão de obra", diz Almeida.
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