| A LIÇÃO DE GRANDEZA |
| Seg, 14 de Março de 2011 20:02 |
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O jornal Paraná Shimbum publicou um fato importante, na sua edição de 1823, relatando o caso da senhora Assami. Que haja benevolência em favor dela, por parte de Deus. Quem praticar uma ação de grandeza sempre será recompensada por alguém. No regime democrático criticar um corrupto é bom, mas melhor do que isso é elogiar a quem pratica uma ação de grandeza. Aqui está outra lição de grandeza. Um exemplo ralo entre os políticos. O deputado federal José Antonio Reguffe, já requereu para reduzir seu salário de R$ 23.030,00 para R$ 4.600,00 e, inclusive, renunciou seus direitos de receber 14º e 15º salários.
Neste tema lembramos também ao ex-jogador de futebol, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Apesar de tudo, Pelé pode ser considerado como exemplo nacional. Além de ser melhor jogador do mundo, Pelé tem a qualidade excepcional. Até porque, ele nunca abandonou seu time de coração que é Santos FC. Ele não trocaria seu clube por dinheiro. Tanto é que Pelé chegou jogar de graça para Santos em 1974. De qualquer forma, ele estaria simbolizando além de Rei do futebol, a fidelidade na sociedade. Aqui está um bom exemplo para mostrar aos políticos brasileiros.
Entretanto, sobre a lição de grandeza, há uma história extraordinariamente notável. Isto é a história bíblica de Rute e Noemi. Embora tal história já faz mais de 3150 anos, continua viva na memória de bons cristãos. Naquela época, lembra-se, não havia carro, avião, telefone, panela, geladeira, etc. Mesmo assim, as duas mulheres voltaram andando quase 80 quilômetros de Moabe a Belém de Judás. Enfim quem eram elas? Rute era nora viúva e Noemi era sogra dela. Se é nora viúva, então ela tinha o motivo de sobra para abandonar a sogra, mas ela não fez isso. Ao contrário tratou bem dela.
Segundo a bíblia, por motivo de estiagem, um judeu de nome Elimeleque resolveu imigrar para região de Moabe; levando consigo sua mulher Noemi e seus dois filhos. No entanto, Elimeleque faleceu logo e seus filhos casaram com estrangeiras ou moabitas, de nomes Orpa e Rute. Com o tempo morreram também seus dois filhos. De modo que sobraram duas noras e sogra. A sogra pediu várias vezes para suas noras voltarem às casas de suas mães, mas elas insistem não abandonar sua sogra. Veja as frases eloqüentes da sogra: “ Voltai minhas filhas. Por que devíeis ir comigo? Acaso tenho ainda filhos nas minhas entranhas e teriam de tornar-se eles os vossos maridos? Voltai, minhas filhas...”. Após isto, Orpa beijou a sogra, mas Rute apegou-se a ela.
Como a sogra insiste a Rute de voltar com sua cunhada, então Rute resolveu refutar-lhe: “Não instes comigo para te abandonar, para recuar de te acompanhar; pois, aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pernoitares, pernoitarei eu. Teu povo será meu povo, e teu Deus, o meu Deus...”. Na verdade minha interpretação não é integral por falta de espaço. Há ainda outros fatos maravilhosos. E por fim descobre-se que o famoso rei Davi era bisneto de Rute e, o próprio Jesus era descendente da linhagem dela.
Osamu Arazawa – contador
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| REPÚBLICA POPULAR DA CHINA |
| Ter, 22 de Fevereiro de 2011 10:45 |
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Não é fácil saber o que acontece naquele imenso país, cuja população é quase 10 vezes superior a do que Brasil. Eu acompanho notícias da China desde 1993, através de jornais e tevê NHK. Mesmo assim, até pouco tempo atrás, eu não sabia que na China tinha Presidente, além de primeiro Ministro. Pensei que o primeiro Ministro da China era Hu Jintao, mas na verdade ele era Presidente. E o primeiro Ministro era Wen Jiabao – ele é um homem simples e alegre que já brincou com o primeiro Ministro japonês Abe, jogando a bola de beisebol.
O próprio Presidente Hu Jintao não parece aquilo que muita gente imagina. Quando ele visitou o Japão em 2008, jogou uma partida de tênis de mesa com uma japonesinha, mostrando que é pacífico e flexível em questões sociais. Então, por que aconteceu aquele incidente no mar em 7 de setembro de 2010 ?
Um mês depois do episódio houve uma eleição no Congresso do Partido Comunista, em que o atual presidente Hu Jintao saiu derrotado. Ele será substituído por Xi Jinping. No entanto, de acordo com a lei da China, o novo Presidente Xi, só vai ocupar o cargo de Secretário Geral do Partido Comunista em 2012 e como Presidente da China em 2013. De modo que, o que aconteceu em 7 de setembro, “capitão do navio pesqueiro da China que bateu propositalmente ao barco da guarda japonesa”, tinha uma ligação com a eleição presidencial. Parece que cúpula do Partido Comunista preferiu um homem agressivo para seu governo. De qualquer forma, Hu Jintao não era responsável por aquela colisão no mar.
Contudo, lendo a história de Xi Jinping, ele também não parece um carrasco. Mas uma coisa é certa, Hu Jintao tem sido um líder muito útil ao Ocidente e, inclusive, ao Japão. No entanto, a China é um país socialista, a maioria do povo não é cristão e tem ódio ao japonês por causa da invasão a Xangai na 2ª guerra mundial.
Durante sua visita aos EUA no mês passado, indagado pelo presidente Obama, ele respondeu: “A China já progrediu bastante sobre o direito humano. E continua melhorando”. Em visita ao Japão no final do ano passado, e se referindo ao episódio do mar, ele alegou: “A China e o Japão devem resolver essa questão pacificamente”. Ainda há uma boa notícia, o superavit comercial do Japão aumentou mais de 200%, graças às exportações feitas ultimamente à China. E a China de Hu Jintao abre a mão no comércio com Japão. E afirma-se que a maioria das fábricas de veículos japonesas estão vendendo mais para China do que no próprio país. Descobre-se que os EUA e Japão tem um aliado naquele país, salvo a prova em contrário. Infelizmente Hu Jintao e Wen Jiabao só permanecem nos seus cargos até final de 2012.
Osamu Arazawa-contador
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| Histórias Discretas de Povos Fiéis |
| Ter, 15 de Fevereiro de 2011 10:35 |
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O jornal Paraná Shimbum noticiou a participação de atletas londri- nenses no Mundial de Sumô em Polônia , conforme edição nº 1801. Mas sumô em Polônia? Tal fato surpreende fãs deste esporte, mesmo porque no Japão não existe lutadores de sumô poloneses. Os estrangeiros que mais participam nesse esporte no Japão são americanos, mongóis e brasileiros. Da Europa (Bulgária) só tinha um até 2008. Então por que a Polônia se interessou em realizar o Mundial de Sumô em seu país? Isto talvez tenha ligação com a celebridade histórica do passado.
Tal história é a seguinte: “ Durante a época da 1ª guerra mundial, havia na Rússia milhares de poloneses presos por motivo de rebelião por independência. Eles corriam o risco de morrerem por fuzilamento. Por esse motivo, a primeira Ministra da Polônia pediu aos paises potentes do Ocidente, como os EUA, uma colaboração para resgatar esses presos. No entanto, tal pedido foi ignorado. Por isso ela usou todos os meios para convencer os japoneses; o governo do Japão tem sido flexível com apelo da Polônia e ordenou aos seus exércitos para retirarem os poloneses da Rússia. E resgates aconteceram com sucesso”.
Por isso, hoje, os filhos, netos e bisnetos destes poloneses que estavam presos na Rússia têm o justo motivo para agradecer os japoneses. Com a razão, sem boa vontade dos japoneses, tais poloneses estavam mortos pelo fuzilamento e não existiriam seus descendentes de hoje. Por isso, desde o final do século 19, a Polônia resolveu citar essa história no livro da escola primária. De modo que realizar o campeonato mundial de sumô naquele país, seria mais uma forma de relembrar e homenagear os japoneses daquela época.
Ainda há outra história discreta e emocionante. A Lituânia que fica ao norte da Polônia, acabou de inaugurar o busto do ex-cônsul japonês. Ele é considera- do um herói. O imperador do Japão estava presente neste evento. “Não há no meu arquivo o nome deste diplomata nipônico”. Afirma-se que este ex-cônsul salvou a vida de milhares de judeus e inimigos políticos que fugiam perseguidos pelos nazistas. Sabidamente o Japão era aliado da Alemanha na 2ª guerra mundial, mas o cônsul agiu com sentimento humano e religioso. Tais histórias são benéficas para o Japão de hoje. Senão vejamos a declaração do primeiro Ministro Naoto Kan: “O Japão necessita promover as relações amistosas com vários paises. Tudo por crescentes episódios com China e Rússia”.
Osamu Arazawa – contador
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| NIPON OU JAPÃO |
| Sáb, 28 de Agosto de 2010 10:46 |
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Muitos acham que o nome de Japão se originou de Nipon, devida a semelhança de pronunciamento. Mas se enganam. O nome de Japão surgiu na Espanha na década de l600. Quando um japonês foi à Espanha por missão diplomática e religiosa, nunca mais voltou por motivo de guerra entre samurai e também por ter se casado com uma espanhola de sobrenome Japão. Seus descendentes o chamavam de Japão, por isso os espanhóis começaram chamar de Japão também o país de Sol Nascente. Mais curiosa do que esta história é o próprio arquipélago nipônico. Diga-se que o tamanho deste país é igual ao estado do Paraná, mas de extremo norte ao extremo sul tem mais de 3000kms. E o mar do Japão é maior do mundo, por isso um bom alimento vem do mar. No inverno cai neve, mas o verão é quente como Amazonas. E lá chove muito. Talvez aí que está o segredo do sucesso na agricultura japonesa, pouco se usa inseticida, pois as pragas morrem no inverno. Planta-se arroz em junho e já colhe em agosto. Quebra de safra quase não existe. Tanto é que primeiro Ministro Abe vendeu arroz de sobra para República Popular da China. Isto aconteceu em 2007.
Pelo meu ponto de vista, o país é sinonímico econômico, tudo o que se vê parece que está fundamentado no conceito econômico. Pois para nipônico, economia significa não desperdiçar, de modo que não se desperdiça nem água da chuva, que é represada para ser usada na horta e no arrozal. Já no meio de transporte usa-se mais os trens ou locomotivas, pois locomotivas dispensam pneus, usam-se rodas de aços que duram um século, trilho também é mesma coisa. Não se sabe quantos eles já economizaram com isto. Além disso, a navegação marítima é tão eficiente quanto a locomotiva, e há centenas de portos espalhados no arquipélago.
O Japão foi superado pela China no mês de agosto, mas pela economia de PIB global. Por PIB per capita, o Japão jamais será superado pela China. Isto está baseado na realidade econômica dos dois paises. Atualmente, os japoneses não fabricam os artigos eletrodomésticos por causa de custo elevado. Apesar disso, 60% de robôs do mundo são fabricados pelos japoneses. O que justifica um país de tecnologia. Entretanto isto não é tudo, ainda tem coisas impressionantes. O imposto de lá é modesto e simples, e a burocracia é quase zero. A prefeitura é centro de tudo, lá trabalham os fiscais da união, do estado e do município. O negócio de previdência social, título eleitoral, registro de nascimento e casamento também são feitos lá. Em tese não há entrave, nem obscuridade no desenvolvimento econômico nipônico. O que necessita fazer, quase tudo está feito.
Osamu Arazawa – contador CRC.7402-Pr
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| Brasil e Japão assinam acordo previdenciário |
| Sáb, 31 de Julho de 2010 10:38 |
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Autoridades do Brasil e do Japão assinaram em Tóquio um acordo previdenciário que permitirá a trabalhadores brasileiros em território nipônico e também a japoneses em atividade profissional no Brasil, usufruírem dos benefícios do sistema previdenciário. As regras foram formuladas para permitir que os trabalhadores possam somar as contribuições feitas aos dois sistemas de previdência para ter acesso aos benefícios. O entendimento entre os dois países favorece 300 mil brasileiros residentes no Japão.
O acordo estabelece que cada país pagará a parcela proporcional ao tempo de contribuição do trabalhador ao respectivo regime previdenciário. Isso será feito por meio de um sistema de compensação entre os órgãos responsáveis pelo pagamento das pensões e aposentadorias. Além disso, o acordo determina que os empregados deslocados temporariamente- por até cinco anos- poderão contribuir para o sistema previdenciário de seu país de origem. "Na situação atual, a empresa paga duas vezes porque não há acordo de reciprocidade. Essa medida estimula negócios porque reduz os custos", comenta o ministro da Previdência Carlos Eduardo Gabas. Com esse entendimento, sobe para 11 o número de acordos internacionais de reciprocidade em vigor. Outros acordos com 22 países no âmbito ibero-americano foram assinados, mas ainda não estão em vigor. Ao enumerar as vantagens desse tipo de negociação, Carlos Eduardo Gabas informou que as conversações com autoridades dos Estados Unidos estão avançadas e que um entendimento similar deverá ser assinado com o governo de Barack Obama até dezembro deste ano. Caso isso se confirme, o conjunto desses entendimentos ampliará a cobertura previdenciária para mais de dois milhões de brasileiros que trabalham no exterior. A maioria destes trabalhadores está nos Estados Unidos, no Japão e na Europa.
Paulo Rogério Tsukassa de Maeda Advogado - OAB/PR 20.912 Telefone: (43) 3371-3533 - Fax: (43) 3371-3570 - Cel.: (43) 9928-5619
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