Comportamento
Comemoração em Londrina
Qua, 18 de Janeiro de 2012 17:04    PDF Imprimir E-mail
Comportamento

Passar a virada do ano sem comer o tradicional moti é sinal de má sorte, segundo a cultura japonesa. Por isso, no dia 30 de dezembro, a Acel preparou cerca de 800 pacotes de motis e colocou à venda para quem quisesse preparar a delícia em casa. Foram utilizados mais de 450 kg de arroz especial e mais de 60 pessoas ajudaram no preparo do bolinho.

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Olhos coloridos são tendências no verão
Qua, 18 de Janeiro de 2012 16:56    PDF Imprimir E-mail
Comportamento

1401chamadaAproveitando as festas de formatura e as baladas que acontecem nas férias, as orientais podem apostar nas sombras de cores vivas – laranja, rosa e azul – para dar uma repaginada no olhar, sem perder o estilo. A maquiadora Cinthia Lemos dá dicas para quem deseja embarcar na novidade e esclarece dúvidas sobre make-up para orientais.


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Natal mais japonês
Seg, 05 de Dezembro de 2011 10:38    PDF Imprimir E-mail
Comportamento

2611-5386-chSegundo a igreja Católica, a árvore de Natal deve começar a ser montada no dia de 30 de novembro. E que tal, este ano, deixar a decoração natalina um pouco “japonesa”?  A artista Hideko Goto irá ministrar aulas de confecção do temari,  bolas decorativas feitas com fios,  que tiveram origem nos palácios japoneses, na época feudal,  e até hoje concentram grande valor cultural do país. As aulas serão realizadas nos dias 28 e 30 deste mês no Museu de Artes de Londrina.

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Estudante nikkei ganha viagem a Paris
Seg, 05 de Dezembro de 2011 10:12    PDF Imprimir E-mail
Comportamento

Danielly Cristina Narimato, estudante do curso de Design da UEL conquistou a primeira colocação no 3º Lycra Future Designers, inspirando-se em crenças populares e superstições japonesas.  Como prêmio, uma viagem de pesquisa na feira Première Vision,  realizada anualmente em Paris.

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Pesquisas indicam ligação entre antibióticos e obesidade
Seg, 05 de Dezembro de 2011 09:34    PDF Imprimir E-mail
Comportamento

Alterar o equilíbrio microbiano do estômago com uso de antibióticos pode tornar as pessoas mais suscetíveis a ganhar peso, segundo especialistas

       
                                                                                       
                                                                                       Foto: Divulgação

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Da Redação

O uso excessivo de antibióticos tem levado à criação de bactérias resistentes aos medicamentos, conhecidas como superbactérias, tais como a Staphylococcus aureus, resistente à meticilina. Agora, porém, pesquisadores estão verificando uma possibilidade igualmente inquietante: o abuso de antibióticos também pode estar contribuindo para a crescente incidência de obesidade, bem como para alergias, doenças inflamatórias intestinais, asma e refluxo gastroesofágico.

Martin Blaser, professor de microbiologia do Centro Médico Langone, na Universidade de Nova York, é um dos que estão chamando atenção para a possibilidade. Em um comentário publicado em agosto na revista Nature, ele afirmou que os antibióticos alteram permanentemente a flora microbiana do corpo humano, também conhecida como microbioma ou microbiota, acarretando consequências imprevistas e graves para a saúde.

O intestino humano, em particular, abriga bilhões de bactérias, mas pouco se sabe sobre esse ecossistema oculto. Considere-se a bactéria Helicobacter pylori, por exemplo, associada ao aumento de risco de úlceras e câncer gástrico. Muitos médicos prescrevem prontamente antibióticos para matá-la, mesmo quando o paciente não tem sintomas.

Contudo, em 1998, em um artigo publicado no British Medical Journal, Blaser foi mais comedido. Na ocasião, argumentou que a H. pylori pode não ser um agente tão ruim, no fim das contas. "Estamos falando de uma bactéria que integra o intestino humano há pelo menos 58 mil anos", disse Blaser em uma entrevista. "Provavelmente existe uma razão para isso".

Seu laboratório, desde então, produziu um fluxo de resultados que sustentam sua suspeita. Blaser e seus colegas descobriram, por exemplo, que o estômago se comporta de maneira diferente após a utilização de antibióticos para a erradicação da H. pylori. Supõe-se que, após uma refeição, os níveis de grelina - um hormônio da fome secretado no estômago - diminuam. Mas, na pesquisa em indivíduos sem H. pylori, a quantidade de grelina no sangue se manteve, indicando ao cérebro que se continue comendo.

Além disso, os ratos do laboratório de Blaser tomaram antibióticos em doses semelhantes às dadas a crianças para tratar infecções de ouvido e de garganta, suficientes para matar a H. pylori em muitos pacientes. Foi registrado aumento da gordura corporal nos animais, embora sua dieta não tenha sido alterada. (Na verdade, há muito tempo os pecuaristas dão antibióticos ao gado para promover ganho de peso sem aumentar a ingestão calórica).

Estes resultados são consoantes com a pesquisa conduzida atualmente por Peter Turnbaugh, geneticista da Universidade Harvard, em colaboração com Jeffrey Gordon, gastroenterologista da Universidade de Washington, em St. Louis. Eles descobriram que a proporção de diferentes tipos de bactérias no intestino de ratos obesos e humanos obesos é significativamente diferente da dos magros, sugerindo que alterar o equilíbrio microbiano do estômago com antibióticos pode tornar os pacientes mais suscetíveis a ganhar peso.

 


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