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Novo ano, novas perspectivas |
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Ter, 20 de Dezembro de 2011 12:04 |
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Editorial
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Na semana passada, empresários japoneses estiveram em Londrina anunciando interesse em contratar profissionais capacitados para trabalharem na multinacional Sumitomo Rubber do Brasil, fabricante de pneus das marcas Dunlop e Falken. Neste caso, entende-se por “capacitados”, pessoas que falem fluentemente a língua japonesa, de preferência isseis, sanseis, nisseis, ou dekasseguis, já que a intenção é formar tradutores para auxiliar na comunicação entre a diretoria e os operários. A língua japonesa sempre foi muito ligada somente aos japoneses e descendentes, diferentemente do inglês e espanhol, falado mundialmente, e bastante procurado nas escolas brasileiras. No entanto, aos poucos, esse cenário está mudando. Escolas de línguas já oferecem o idioma e até colégios públicos ensinam o japonês gratuitamente, como é o caso, em Londrina, do Vicente Rijo e Nilo Peçanha. Outro dado interessante é o aumento de não nikkeis que procuram a língua japonesa. Atualmente, um dos idiomas mais valorizados, depois do inglês e espanhol, é o chinês, devido à expansão de seu mercado. No entanto, aprender outras línguas, como o japonês, também é bastante vantajoso para quem quer um diferencial no currículo. Além de vantagens em processos seletivos de grandes empresas, é válido lembrar que o Brasil será sede da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e é grande a pressão para que a seleção japonesa se hospede no Paraná. Para aqueles que pensam em disputar uma vaga de emprego temporário na Copa - e sair na frente - é bom lembrar desses detalhes.
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