| A educação atual |
| Seg, 09 de Abril de 2012 14:08 |
 |
 |
 |
|
|
Educação
|
| A educação é a base para o desenvolvimento de uma sociedade, pois por meio dela as pessoas têm subsídios para exigir seus direitos e cumprir os seus deveres, ou seja, as pessoas têm condições de desempenhar o seu papel de cidadãos. Direitos humanos são fundamentais a uma pessoa, é o que rege a sociedade, pois não há capacidade de alguém se desenvolver e conviver em sociedade sem elas.
Há muitas contradições e preocupações na educação. As principais devem-se a que, em alguns momentos, focamos a educação mais como direito para todos enquanto que, em outros, o foco é a educação como negócio, como bem econômico, serviço que se compra e vende, organiza-se como empresa e na qual se busca maior rentabilidade, lucro e retorno do investimento. Hoje, o mundo vive um momento histórico marcado por grandes transformações, sobretudo tecnológicas, com produção e transmissão de informações em velocidade impressionantes.
Atualmente, vemos muitas violações aos direitos humanos. Uma situação preocupante, que pode ser solucionada por intermédio do respeito. Este é o fator principal para promover uma vida harmônica em sociedade. É necessário o respeito sem discriminações de classe social, cultura, religião e raça. O respeito é passado às pessoas por meio de instituições, para as quais pode ser transmitido este valor pela família, igreja ou escola. Nem sempre as pessoas têm certa estrutura familiar, o que dificulta a transmissão desses valores.
Essas instituições é que moldam o indivíduo, as que muitas vezes acrescentam valores, mas caso não haja nenhuma dessas, é colocada a escola como o principal fator para a formação moral e intelectual. Sendo assim, a escola torna-se o lugar ideal para o exercício de cidadania, a qual mostra que é preciso a união e não a divisão para o progresso e consenso social.
É essencial compreender que objetivo da educação é contribuir para a mudança e realização pessoal, nesse sentido temos que verificar o entendimento, buscar um consenso que contemple a todos, que a reciprocidade seja encarada como um ato de construção e não de retaliação. Só assim, com todos imbuídos de um propósito único, chegaremos ao ideal. Uma sociedade harmônica e moderna
Autora: Silvana Aparecida Liuti, coordenadora do Ensino Fundamental II e Ensino Médio do Colégio Mãe de Deus. |
|
| Ensino de línguas estrangeiras – uma reflexão filosófica |
| Sáb, 24 de Março de 2012 16:22 |
 |
 |
 |
|
|
Educação
|
| A linguagem é uma expressão própria do homem, capacitando-o de exteriorizar pensamentos, sentimentos, vontade, por gestos, sinais ou sons. Segundo o linguista Saussure, distinguimos para um melhor estudo a linguagem humana como LÍNGUA E FALA. Podemos dizer, então, que a fala é o traço pessoal, individual da linguagem de cada ser humano, ou seja, aquilo que normalmente identificamos como VOZ.
Toda palavra – seja que língua que for – é um símbolo no qual a parte material é o som – o assim chamado significante e a parte imaterial a coisa referida – o chamado significado. Linguagem é a capacidade de organizar e/ ou dominar uma língua e referi-la à realidade. O domínio de uma língua estrangeira não depende unicamente da pronúncia. A linguagem faz parte de um sistema social e por isso mesmo a aprendizagem implica no nosso comportamento social. Criar tais situações em sala de aula é um grande desafio para o professor.
A motivação do aluno depende de sua necessidade de aprender a língua, mas também de sua curiosidade e abertura de descobrir novas realidades e maneiras de pensar e expressar a realidade. Cabe ao professor respeitar a motivação de cada um dos seus alunos e de estimulá-los no decorrer de suas aulas. Orientamos de maneira diferente um aluno que está motivado para a conversação do que um que se interessa mais para a leitura, tradução ou correspondência.
Além da comunicação verbal, a leitura e compreensão do texto no seu original é algo fascinante, proporciona um “mergulhar” no texto totalmente diferente do que a leitura de uma tradução. Afinal, realidades diferentes podem ser “traduzidas?” Existem muitas teorias, pesquisas em torno do ensino de língua estrangeira, métodos e livros didáticos não faltam. Porém, parece-nos de suma importância a reflexão filosófica da parte do docente e do discente.
O valor da linguagem, a sua relação e interação com o mundo, o meio social, a criatividade da linguagem, sua musicalidade, seu efeito sobre o falante e o ouvinte: tudo isso são aspectos ainda pouco refletidos. Num mundo cada vez mais científico e tecnológico, a reflexão filosófica possibilita resgatar o valor e a força das palavras dos diversos idiomas, a sua valorização e sua originalidade, respeitando os pensamentos originais de cada povo, e a força de penetração das palavras.
Autora: Irmã Eva Maria Maier, coordenadora e professora de Alemão do Colégio Mãe de Deus / Mestra em Letras pela UEL). |
|
| A orientação profissional no contexto da educação |
| Ter, 20 de Março de 2012 11:04 |
 |
 |
 |
|
|
Educação
|
| Mesmo o mais rotineiro movimento de escolha, como onde vou me sentar na sala de aula? com quem vou passar o recreio?, pode desencadear reações de ansiedade, já que não se sabe qual será a consequência. Estas reações variam entre uma leve taquicardia a sensações de tontura ou enjoo.
Durante a infância, escolhas diárias precisam ser feitas, um eficaz treino para solução de conflitos ou tomada de decisão no futuro. Conforme os anos passam, o individuo pode aprender a lidar melhor com as reações de ansiedade no momento de escolher algo importante, ou não. Isso será de suma importância para um importante marco, a escolha profissional!
Frente à necessidade em se matricular num processo seletivo, os adolescentes se veem diante de escolhas que contam com influências menos românticas que as da infância. Precisam avaliar remuneração, aptidão, desejo de realização pessoal e profissional, opiniões familiares, entre tantos outros.
Trata-se da aproximação da vida adulta, que vem embutida do peso das cobranças. Os adolescentes vivenciam a influência direta destas cobranças e convivem com a preocupação em atendê-las. Enfim, torna-se fácil entender como pode ser catastrófico para este adolescente decepcionar a tanta gente... e é por isso que, diante do turbilhão de expectativas, culpas e medos, surgem reações de ansiedade em diferentes graus de comprometimento.
Vale lembrar que estas situações geradoras de ansiedade, combinadas com uma má alimentação, má qualidade do sono, sobrecarga de atividades e pouco tempo para o lazer, podem ainda ser responsáveis pela queda de imunidade e pelo aparecimento de doenças.
Assim, a Orientação Profissional pode ser vista como uma ferramenta à disposição dos vestibulandos e pré-vestibulandos que primará, não somente por oportunizar momentos de autoconhecimento, mas também por minimizar possíveis efeitos emocionais desencadeadores de enfermidades.
Além disso, pesquisas atuais têm mostrado altos índices de insatisfação diante da escolha da profissão, segundo a Revista Direcional Escolas, 75% dos trabalhadores brasileiros sonham em mudar de profissão. Por isso, ressalta-se que a Orientação Profissional não objetiva apontar qual carreira se deve seguir, mas sim proporcionar ao indivíduo o conhecimento necessário acerca das habilidades que cada um possui, seus anseios, seus talentos, de forma que a escolha pela profissão aconteça da maneira mais tranquila possível.
Autora do texto: Clarissa Única Morales Rando Psicóloga Educacional do Colégio Mãe de Deus |
|
| Estudantes brasileiros rumo ao Japão |
| Ter, 20 de Março de 2012 10:37 |
 |
 |
 |
|
|
Educação
|
O cônsul Noboru Yamaguchi pediu aos bolsistas que aproveitem a oportunidade para estudar também a cultura e história do Japão
Fotos: Divulgação
 O cônsul-geral Noboru Yamaguchi (e) com os novos bolsistas Jhonatta Martins Leal, Marcio Makoto Nishida e Humberto Mitio Horikoshi
Três novos bolsistas, dois do Paraná e um de Santa Catarina, seguem dia 1º de abril, para o Japão, a fim de aprofundar e aprimorar seus conhecimentos. São eles, os paranaenses Marcio Makoto Nishida, formado em Medicina, que irá estudar na Kyoto University, e Humberto Mitio Horikoshi, agrônomo, que vai estudar na University of Tsukuba. Já o catarinense Jhonatta Martins Leal, formado em Pedagogia, aperfeiçoará seus estudos na Chiba University. Em princípio, eles permanecerão por dois no Japão, período que poderá ser aumentado para cinco anos.
Para se despedir dos bolsistas, o cônsul-geral do Japão, Noboru Yamaguchi, ofereceu um almoço, em sua residência, em que reuniu também ex-bolsistas, jornalistas e alguns auxiliares do Consulado. A ocasião serviu também para que os novos contemplados com bolsas do Governo e instituições japonesas recebessem uma série de orientações sobre as dificuldades que irão encontrar, os costumes, as responsabilidades, entre elas, a de “estudar, estudar e estudar”, conforme enfatizou o orientador Cláudio Ushiwata. Conselhos, recomendações e votos de êxito também foram passados a eles pelo presidente da APAEX-Associação Paranaense de Ex-Bolsistas Brasil-Japão, Mário Sato.
Estudar a cultura - Ao saudar os bolsistas selecionados pelo Ministério da Educação, Cultura e Ciência do Japão, o cônsul-geral Noboru Yamaguchi enfatizou que “o Brasil vem se tornando um País cada vez mais próximo do Japão” e lembrou que “Em 1950 ocorreu o primeiro boom do Brasil, em 1970 o segundo e em 2010 o terceiro. Desde o ano passado várias empresas japonesas decidiram investir no Paraná, instalando novas fábricas ou aumentando as já existentes”. Para ele, a ida ao Japão desses três bolsistas, que terão contatos com campos de estudos avançados, e conhecerão o Japão, fará com que esta relação se torne cada vez mais forte. “Como representante do Governo japonês, gostaria de pedir aos caros bolsistas que não se apeguem somente em estudar sobre a sua especialidade, mas também que estudem a cultura e a história do Japão, tornando-se assim em elos entre os dois países”, afirmou.
Fonte: Diplomacia e Turismo
|
|
|
|