| Arte da dobradura chega às bijuterias | ||||
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| Especial | |||
Artesã londrinense, descendente de japoneses, usa o origami para fazer pulseiras, colares e brincos
Jeniffer Koyama Especial para Paraná Shimbun O origami é a arte tradicional japonesa de dobrar papel. Através disso, pode-se criar a forma de animais e objetos. Pense em pulseiras, brincos, colares e chaveiros, todos enfeitados com origami. Difícil imaginar? Para Patrícia Sayuri Yonamine, foi fácil já que desde criança habituou-se à dobradura de papel. Há dois anos, em São Paulo, interessou-se pelos brincos enfeitados com tsurus (ave sagrada no Japão) que encontrou por lá e a partir disso, resolveu criar seus próprios acessórios e vender em Londrina. “Tinha acabado de me formar, não tinha emprego, então comecei a fazer bijuterias para ganhar algum dinheiro”, conta Patrícia. No começo, vendia apenas para conhecidos. Até que um dia, recebeu o convite para participar da feira do feito a mão, aos domingos, no Calçadão. É lá que Patrícia expõe seu artesanato. Atualmente, trabalha fora e não tem a mesma disponibilidade de antes. Mas Patrícia não deixa o hobby de lado e reserva os finais de semana para se dedicar às bijuterias. Entre todos os modelos, ela conta que o de tsuru é o mais procurado, por ser conhecido como símbolo do origami. Automaticamente, a maioria das pessoas associa a arte japonesa com a ave feita de papel. Quanto ao material utilizado para fazer as dobraduras, Patrícia diz que prefere o papel importado da Coreia, por ser mais colorido e diversificado. Sendo assim, ela compra o papel em São Paulo, pois não os encontra aqui em Londrina.
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